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Sinergia Comunicativa

20/04/2012

Oficina de Visualização

19/03/2012

Workshop de Comunicação Não-Violenta (CNV)

18/03/2012

Máscara de oxigênio

18/02/2012

Quando viajamos de avião, o comissário ou a comissária de bordo nos avisa que em caso de despressurização da cabine, máscaras de oxigênio cairão de um compartimento e devemos primeiro pôr a máscara em nós mesmos para depois ajudar os outros.

Acredito que é assim em nossa vida também – se cuidamos primeiro de nós mesmos, temos mais energia, disposição e saúde para ajudar os outros. Se nos preocupamos em sempre ajudar as outras pessoas primeiro e nos deixamos em segundo plano, acabamos sem energia e até mesmo doentes.

No avião, o tempo que levamos para colocar a máscara primeiro em uma criança ao nosso lado, é o tempo suficiente para desmaiarmos. Neste caso a criança fica com a máscara, porém sozinha, sem condições de cuidar de si mesma. Se colocamos primeiro a máscara em nós mesmos, mesmo que a criança desmaie podemos tomar as providencias necessárias para socorrê-la.

Estando bem, temos muito mais condições de ajudar outras pessoas!

Cantando sua música

30/01/2012

“Quando uma mulher de uma certa tribo africana sabe que está grávida, ela vai para floresta com alguns amigos e juntos eles rezam e meditam até que ouvem a música da criança. Eles acreditam que cada alma tem sua própria vibração que expressa sua essência e propósito únicos. Quando a mulher sintoniza com a música, eles a cantam em voz alta. Depois eles voltam para a tribo e ensinam a música para todos.

Quando a criança nasce, a comunidade se reúne e canta a música da criança para ela em voz alta. Mais tarde, quando a criança começa a estudar, o vilarejo se reúne e canta a música novamente. Quando a criança passa pela iniciação para a adultidade, as pessoas outra vez se reúnem e cantam. Quando se casa a pessoa ouve novamente sua música. Finalmente, quando a alma esta prestes a ir embora deste mundo, a família e amigos se reúnem ao seu redor, assim como fizeram em seu nascimento, e “cantam” a pessoa para a próxima vida.

Nesta tribo africana há uma outra ocasião na qual a comunidade canta para a criança. Se em algum momento de sua vida a pessoa comete um crime ou um ato aberrante, ela é chamada ao centro da vila e as pessoas da comunidade formam um círculo ao redor dela. A tribo reconhece que a correção para um comportamento anti social não é a punição; é o amor e a rememoração da própria identidade. Quando você reconhece sua própria música, você não tem desejo ou necessidade de fazer nada que machucaria outra pessoa.

Um amigo é alguém que conhece a sua música e canta ela para você quando você a esquece. Aqueles que te amam não se deixam enganar pelos erros que você comete ou imagens obscuras que você possa ter contra você mesmo. Eles se lembram da sua beleza quando você se sente feio; sua integridade quando você se sente quebrado; sua inocência quando você se sente culpado; e seu propósito quando você está confuso”.

Tolba Phanem
(Poetisa Africana)

Os números de 2011

01/01/2012

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.

Aqui está um resumo:

A sala de concertos da Ópera de Sydney tem uma capacidade de 2.700 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 10.000 vezes em 2011. Se fosse a sala de concertos, eram precisos 4 concertos egostados para sentar essas pessoas todas.

Clique aqui para ver o relatório completo

Encontro de CNV no Dojo Harmonia

23/12/2011

Feliz Ano Novo!

23/12/2011

O retrato da Paz

15/12/2011

Havia um rei que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de captar numa pintura a paz perfeita. Foram muitos os artistas que tentaram. O rei observou e admirou todas as pinturas, mas houve apenas duas de que ele realmente gostou.

A primeira era um lago muito tranqüilo. Este lago era um espelho perfeito onde se refletiam plácidas montanhas que o rodavam. Sobre elas encontrava-se um céu muito azul com tênues nuvens brancas. Todos que olhavam para essa pintura viam refletida uma paz muito grande.

A segunda pintura também tinha montanhas. Mas estas eram escabrosas e estavam despidas de vegetação. Sobre elas havia um céu tempestuoso do qual se precipitava um forte aguaceiro com faíscas e trovões. Montanha abaixo, parecia descer uma turbulenta torrente de água. Tudo isso se revelava nada pacífico.

Quando se observava mais atentamente, atrás da cascata havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Nesse arbusto encontrava-se um ninho. E ali, em meio ao ruído e à violência da cena, estava um passarinho placidamente sentado no seu ninho.

Essa foi a pintura escolhida pelo rei que explicou: “- Paz não significa estar num lugar sem ruídos, sem problemas, sem trabalho árduo ou sem dor. Paz significa que, apesar de se estar no meio de tudo isso, permanecemos calmos em nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz.”

Ostra feliz não faz pérola

14/12/2011

A ostra, para fazer uma pérola, precisa ter dentro de si um grão de areia que a faça sofrer. Sofrendo, a ostra diz para si mesma: “Preciso envolver essa areia pontuda que me machuca com uma esfera lisa que lhe tire as pontas…

“Ostras felizes não fazem pérolas”…

Pessoas felizes não sentem a necessidade de criar. O ato criador, seja na ciência ou na arte, surge sempre de uma dor. Não é preciso que seja uma dor doída… Por vezes a dor aparece como aquela coceira que tem o nome de curiosidade.

(Rubem Alves)

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